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Brasil

Globo tenta atrair influencers, mas em novelas elas ainda são as vilãs

Diego Rodríguez VelázquezDiego Rodríguez Velázquezagosto 22, 202503 Mins Read6

A Globo tem buscado estreitar laços com influenciadores digitais, numa tentativa de atrair públicos mais jovens e engajados nas redes sociais. Apesar dessa estratégia moderna de marketing, os personagens femininos em suas novelas ainda carregam traços de vilania clássicos, como narcisismo, egoísmo e futilidade. Essa dualidade evidencia o contraste entre a comunicação contemporânea da emissora e a narrativa tradicional que molda seus enredos dramáticos.

Em produções recentes, como “Vale Tudo” e “Dona de Mim”, essas características continuam sendo exploradas de forma intensa, reforçando arquétipos que há décadas prendem a atenção do público. A vilã moderna da Globo mantém o charme e a sofisticação, mas também reflete falhas humanas profundas, garantindo conflito e tensão. O interesse por essas personagens complexas indica que, mesmo diante das transformações digitais, o drama televisivo ainda se apoia em fórmulas clássicas.

O caso mais recente, “Coração Acelerado”, confirma a tendência. Apesar de apresentar elementos contemporâneos, incluindo referências a tecnologia e comportamento digital, a trama mantém figuras femininas que manipulam e enganam para alcançar seus objetivos. O público percebe, assim, que a narrativa das vilãs continua a ser uma ferramenta essencial para criar empatia e aversão, conduzindo o ritmo da história.

Essa permanência dos arquétipos vilanescos se mostra estratégica. Ao mesmo tempo em que a Globo busca engajar influenciadores e diversificar sua comunicação, a manutenção de personagens tradicionais garante familiaridade e estabilidade para os espectadores fiéis. Esse equilíbrio entre inovação e tradição demonstra como a emissora ainda depende da força das histórias clássicas para sustentar seu sucesso.

Analistas destacam que a escolha de vilãs narcisistas e fúteis permite reflexões sobre comportamentos sociais, embora de forma exagerada e dramática. Essas personagens funcionam como espelhos de atitudes humanas e, ao mesmo tempo, como elementos de entretenimento, que estimulam discussões nas redes sociais, principalmente entre fãs mais jovens. A presença de influenciadores digitais no conteúdo da Globo reforça essa interação, ampliando alcance e engajamento.

A estratégia de envolver influenciadores, no entanto, não altera a essência das tramas. As histórias continuam a explorar conflitos familiares, amorosos e profissionais, mantendo a vilania como eixo central. Essa abordagem preserva o suspense e o interesse do público, enquanto os influenciadores ajudam a amplificar a narrativa fora da televisão, em plataformas digitais, gerando visibilidade e compartilhamento de cenas marcantes.

Além disso, a Globo aproveita o fenômeno das redes para criar campanhas que conectam os telespectadores com os personagens. A interatividade proporcionada pelos influenciadores complementa o enredo televisivo, mas não modifica a forma como vilãs e antagonistas são construídos. A estética e o comportamento desses personagens permanecem voltados para causar impacto emocional e engajar debates sobre moralidade e escolhas humanas.

Por fim, a emissora mostra que inovação digital e tradição narrativa podem coexistir. A presença de influenciadores amplia o alcance das novelas, mas as vilãs clássicas continuam dominando o imaginário do público. Essa estratégia reforça que, mesmo num cenário de mudanças tecnológicas, as estruturas dramáticas tradicionais ainda são indispensáveis para manter audiência e relevância, provando que charme, malícia e manipulação seguem sendo ingredientes essenciais da narrativa televisiva.

Autor : Junde Carlos Pereira

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