Close Menu
Revista InfluencersRevista Influencers
  • Home
  • Brasil
  • Notícias
  • Política
  • Tecnologia
  • Sobre Nós
Últimas notícias

Influenciadores virtuais criados por IA ganham espaço e reacendem debate sobre transparência

Lei dos Influenciadores: entenda o que muda com o marco legal do profissional multimídia

Só 5% dos brasileiros compram por indicação de influenciador, aponta pesquisa

Revista InfluencersRevista Influencers
  • Home
  • Brasil
  • Notícias
  • Política
  • Tecnologia
  • Sobre Nós
Revista InfluencersRevista Influencers
You are at:Home»Brasil»Só 5% dos brasileiros compram por indicação de influenciador, aponta pesquisa
Brasil

Só 5% dos brasileiros compram por indicação de influenciador, aponta pesquisa

Diego Rodríguez VelázquezDiego Rodríguez Velázquezjulho 13, 202605 Mins de leitura1
Só 5% dos brasileiros compram por indicação de influenciador, aponta pesquisa
Só 5% dos brasileiros compram por indicação de influenciador, aponta pesquisa

Levantamento da CNDL e do SPC Brasil mostra consumidor mais crítico, que pesquisa nas redes sociais mas decide a compra com base em preço e avaliações reais.

Se os influenciadores continuam dominando o feed das redes sociais, por que tão poucos brasileiros afirmam comprar por indicação direta deles? A pesquisa “Compras por aplicativos e redes sociais”, realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas em parceria com o SPC Brasil e a Offerwise Pesquisas, trouxe um dado que contraria a percepção comum do mercado: apenas 5% dos consumidores dizem comprar produtos por recomendação direta de influenciadores digitais. Entender o que esse dado revela sobre o comportamento do consumidor brasileiro é essencial tanto para quem compra quanto para quem vende nas redes sociais.

O que a pesquisa CNDL e SPC Brasil realmente mostra

O ponto central do levantamento não é que os influenciadores perderam espaço nas redes, mas que a forma como o brasileiro usa esse conteúdo mudou. Durante anos, essas figuras foram tratadas como protagonistas absolutos das decisões de compra no ambiente online, levando marcas a investir pesado em publis, vídeos patrocinados e códigos de desconto apostando no poder de convencimento direto dos criadores.

A mesma pesquisa aponta que 99% dos consumidores pesquisam produtos nas redes sociais antes de fechar uma compra, o que mostra que essas plataformas continuam sendo um canal relevante de descoberta e pesquisa inicial. A diferença é que, na hora de decidir, o público prioriza outros fatores: preço, comentários de outros consumidores, fotos reais do produto e detalhes práticos de uso, deixando a recomendação do criador em segundo plano no momento final da compra.

Esse comportamento indica um consumidor mais maduro digitalmente, que consome o conteúdo produzido por criadores, mas não delega a ele a decisão final de compra. Ele observa, desconfia, compara preços entre diferentes lojas e só finaliza a compra quando sente segurança na informação recebida, um padrão bem diferente do que o mercado publicitário costumava assumir como certo até pouco tempo atrás.

Como marcas e influenciadores podem se adaptar a esse cenário

Para as empresas, o principal aprendizado é que depender exclusivamente de parcerias com criadores de conteúdo para vender é uma estratégia arriscada, que pode significar investir muito para converter pouco. Marcas que ainda tratam o influenciador como um canal de venda direta, sem complementar a estratégia com outras fontes de confiança, tendem a ver retorno cada vez menor sobre o investimento em publicidade de influência.

O caminho mais seguro, segundo especialistas do setor de varejo, é combinar o conteúdo produzido por influenciadores com avaliações reais de clientes, informações claras sobre o produto e uma boa experiência de compra na loja virtual ou física. Essa combinação tende a gerar resultados mais consistentes do que apostar todas as fichas na fama de um único criador, especialmente porque o consumidor brasileiro demonstrou, segundo a pesquisa, que confia mais em quem já comprou do que em quem apenas recomenda.

Do lado dos influenciadores, a pesquisa reforça a importância de produzir conteúdo que ofereça informação útil e prática, e não apenas recomendação genérica de produto. Vídeos que mostram o item em uso real, comparações honestas e depoimentos autênticos tendem a gerar mais engajamento justamente porque respondem à mesma lógica que move o consumidor: buscar segurança antes de decidir.

O papel da transparência na relação com a audiência

Criadores que constroem esse tipo de relação de confiança com a audiência tendem a manter relevância no mercado, mesmo em um cenário no qual a recomendação direta perdeu força como gatilho isolado de venda. A transparência sobre parcerias comerciais, aliás, também contribui para essa credibilidade, já que o público brasileiro está mais atento a esse tipo de sinalização em cada publicação patrocinada.

Marcas que investem em relacionamento de longo prazo com criadores, em vez de campanhas pontuais e isoladas, também tendem a colher resultados melhores, porque a audiência percebe quando a parceria é consistente e não apenas uma ação publicitária isolada. Esse tipo de estratégia reforça a percepção de autenticidade, elemento que a pesquisa aponta como cada vez mais decisivo para o consumidor brasileiro.

O resultado da pesquisa da CNDL e do SPC Brasil não decreta o fim da influência digital como estratégia de marketing, mas mostra que o mercado brasileiro amadureceu além do que muitas marcas ainda imaginam. A era da influência automática, na qual bastava um post de um criador famoso para gerar vendas em massa, parece ter ficado para trás, dando lugar a um consumidor que exige mais critério antes de finalizar qualquer compra.

Para o setor de influência no Brasil, esse é um sinal claro de que a próxima fase do mercado exigirá mais qualidade de conteúdo e menos aposta apenas em número de seguidores, com espaço maior para criadores que conseguem unir alcance a credibilidade real junto ao público.

Fonte: CNDL/SPC Brasil, pesquisa “Compras por aplicativos e redes sociais” (cndl.org.br)

Previous ArticleInfluenciadores reajustam valor de publis em até 20% em julho: veja quanto cobrar
Next Article Lei dos Influenciadores: entenda o que muda com o marco legal do profissional multimídia
Diego Rodríguez Velázquez
Diego Rodríguez Velázquez
  • Website

Mais notícias

Influenciadores brasileiros ampliam atuação fora das redes e transformam economia criativa em 2026

junho 25, 2026

Nova lei dos influenciadores reacende debate sobre publicidade digital: o que muda para criadores de conteúdo no Brasil?

junho 17, 2026

Influenciadores ou Jornalistas: A Disputa pela Atenção e o Futuro da Informação Digital

junho 10, 2026
Deixe uma resposta Cancel Reply

Últimas Notícias

Influenciadores virtuais criados por IA ganham espaço e reacendem debate sobre transparência

Lei dos Influenciadores: entenda o que muda com o marco legal do profissional multimídia

Só 5% dos brasileiros compram por indicação de influenciador, aponta pesquisa

Influenciadores reajustam valor de publis em até 20% em julho: veja quanto cobrar

Influenciadores virtuais criados por IA ganham espaço e reacendem debate sobre transparência

Lei dos Influenciadores: entenda o que muda com o marco legal do profissional multimídia

RevistaInfluencers é o seu novo destino para se manter informado sobre tudo o que acontece no mundo dos influenciadores digitais. Nossas notícias abrangem desde as últimas novidades em marketing de influência até os principais acontecimentos do Brasil e do mundo. Conteúdo de qualidade, atualizado em tempo real.

© 2026 Revista Influencers - [email protected] - tel.(11)91754-6532
  • Home
  • Brasil
  • Notícias
  • Política
  • Tecnologia
  • Sobre Nós

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.